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Este militante anti-cinzentista adverte que o blogue poderá conter textos ou imagens socialmente chocantes, pelo que a sua execução incomodará algumas mentalidades mais conservadoras ou sensíveis, não pretendendo pactuar com o padronizado, correndo o risco de se tornar de difícil assimilação e aceitação para alguns leitores! Se isso ocorrer, então estará a alcançar os objectivos pretendidos, agitando consciências acomodadas, automatizadas, padronizadas, politicamente correctas, adormecidas... ou espartilhadas por fórmulas e preconceitos. Embora parte dos seus artigos se possam "condimentar" com alguma "gíria", não confundirá "liberdade de expressão" com libertinagem de expressão, considerando que "a nossa liberdade termina onde começa a liberdade dos outros"(K.Marx). Apresentará o conteúdo dos seus posts de modo satírico, irónico, sarcástico, dinâmico, algo corrosivo, ou profundo e reflexivo, pausado, daí o insistente uso de reticências, para que no termo das suas incursões, os ciberleitores olhem o mundo de uma maneira um pouco diferente... e tendam a "deixá-lo um bocadinho melhor do que o encontraram" (B.Powell). Na coluna à esquerda, o ciberleitor encontrará uma lista de interessantes sítios a consultar, abrangendo distintas correntes político-partidárias ou sociais, que não significará a conotação ou a "rotulagem" do Cidadão abt com alguma dessas correntes... mas tão só a abertura e o consequente o enriquecimento resultantes da análise aos diferentes ideais e correntes de opinião, porquanto os mesmos abordam temas pertinentes, actuais, válidos e úteis, dando especial primazia aos "nossos" blogues autóctones... Uma acutilância aqui, uma ironia ali, uma dica do além... Assim se vai construindo este blogue... Ligue o som e... Boas leituras.

domingo, 13 de novembro de 2011

SANTA CATARINA


SANTA CATARINA

Desta feita cá o Cidadão abt foi lavar as vistas ao Parque Urbano de São Lourenço apreciando uma exposição de escassas fotografias de enorme e rara beleza, tanto dispersas quanto atravancadas no mobiliário e alusivas a um Tejo Sentido, que demais se confundiam com a decoração do espaço hoteleiro...
Recuando ao ano de 2004 em que o planalto de São Lourenço era forrado por denso pinhal com duas cabanas, algumas mesas de pic-nic, meia dúzia de assadores em alvenaria e um conjunto de baloiços que volta e meia eram vandalizados pela sub-raça dos humanos danificadores de mobiliário urbano pago pelo contribuinte.
O que levou cá o Cidadão abt a pesquisar estas imprecisões foi o facto do espaço ter sofrido transformação radical, cujo estradão de terra vermelha teimosamente agarrada ao muro do Regimento de Infantaria 15, por ora Casa da Cavalaria, deu lugar à avenida alcatroada que tão bem conhecemos...
... trespassada por voluptuosas lombas anti-cárter, ladeada por uma ciclovia em betão poroso que se propõe rebentar com o fôlego dos atletas de fim-de-semana, com um terreiro infraestruturado para pernoita de auto-caravanas...
...acabando na rotunda decorada por um rebanho de ovelhas ao vivo...
Ex-líbris Sr. João Coimbra, o simpático pastor de São Lourenço que sabe umas coisitas.
Justiça seja feita, no pinhal de São Lourenço construi-se uma excelente unidade hoteleira onde nos reunimos, tomamos café, almoçamos, merendamos, fazemos xixi, travamos batalhas de bagos de uva, percorremos passadiços em madeira que nos conduz a uma lagoa com patinhos...
...e se não levarem os convenientes tratamentos depressa apodrecerão, levamos com pinhas na carola, apreciamos miúdas baloiçando os miúdos...
...e trepamos paredes!
O espaço de São Lourenço evoluiu na última década e pensando em todos, bem perto lhe foi acrescentado o caminho...
...que nos conduz na derradeira viagem até ao campo das almas que desistam de reuniões, café, almoços, merendas, xixis, batalhar com bagos de uva, ver patinhos, levar com pinhas, apreciar miúdas, baloiçar miúdos e trepar paredes!
O novel Cemitério de Santa Catarina.
Também no lugar de São Lourenço se acolhe uma capelinha que sete séculos de história não chegaram para que perpetuasse o seu nome ao local.
Na Idade Média, “Capela” era termo para designar bens materiais e outros rendimentos doados ao Clero, parcialmente aplicados em missas e outras divinas piedades.
Recuando até finais do Século XIV, as terras de Santa Catarina eram pertença do latifundiário Lourenço Gonsalves, “Garrido” de sua alcunha, que sob ameaça da Peste Negra chegada à região em Novembro de 1348 e tomada Maria Prata por esposa legítima, criaram o rebento Gonsalo Lourenço.
Descendentes de família de posses em que à época a vaidade e as crenças religiosas ditavam que um compartimento de seus aposentos se destinasse a oráculo ou, sendo família de grandes haveres, erigisse uma ermidinha em sítio ermo para particulares preces, reflexões e outras genuflexões, estes Gonsalves edificaram uma capelinha no ponto mais alto da mata, bem antes do ano de 1338!
Receando que a peste precocemente os vindimasse como coelhos, por influência da poligamia Muçulmana ou porque a testosterona da época a isso os impelisse, o certo é que para além da prática da lavoura os senhores das terras eram atreitos à desfloração, possuindo as mais submissas moças que em troca de outros favores...
... nos recantos do território se lhes entregavam de corpo e alma e, sendo estes feudais desconhecedores das polivalências do linho e do intestino de carneiro no sentido de precaver descendentes ilegítimos, o sabido é que mais tarde, filhos de outras mães se iam chegando adiante no sentido de colherem os espólios post mortum dos pais até então, incógnitos.
Prevenido de tal situação, o Garrido testamentou que em seu findar, à doutrina cristã se oferendassem determinados bens legados a título missal por sua alma e o restante pertencesse à sua Maria Prata e por morte desta, transitassem ao rebento legitimo de ambos sob condição de que se o Gonsalinho falecesse sem deixar semente, tais bens seriam alienados e seus dividendos tomados para encomenda eterna de todas as almas familiares.
Por mor das pulgas, das ratas e falta de higiene, a Peste Negra entrou nas terras de Santa Catarina dizimando o Garrido e algum tempo depois recolhendo Maria Prata, ora transitando os bens terrenos para o seu filho que outros tantos anos durou, deixando o legado à filha legítima e neta do Garrido, supostamente Catarina de sua graça!
Entrados no Séc XV, a esperança média de vida prosseguia reduzida por mor da Bubónica que em escassos cinco dias vindimava dezenas de promíscuas almas, sendo um ápice enquanto a neta do Garrido atravessou as portas de São Pedro a caminho da eternidade sem tempo de desfrutar os prazeres carnais da quão pecaminosa vida terrena, não resultando herdeiro que lhe valesse, transitando as pertenças para os domínios clericais mas, qual caninha verde emergindo do fundo da ribeira, o coeficiente das andanças de Gonsalo por alcofa alheia encarnou na triste figura do filho bastardo João Gonsalves, o “Galego,” que junto ao Bispo da Guarda veio reclamar o produto da herança da meio irmã Catarina alegando a sua pobreza franciscana e convencendo o prelado a entregar-lhe as terras de mão beijada sob a condição de mandar cantar quatro missas anuais na Igreja de S. João de Abrantes pelas almas dos avós Garrido e Maria Prata, do papá Gonsalo Lourenço e Catarina, sua meio irmã de duvidosa graça mas certa na infertilidade!
Estando a decisão do prelado ferida de legalidade foi ao Galego impedido o usufruto da herança, que interpôs a mesma lengalenga perante El-Rei D. João I, Mestre d’Aviz...
...convencendo-o que como prenda de Natal, lhe devolvesse a herança em carta lavrada a 23 de Dezembro de 1421 sob condição de que o reclamante mantivesse a encomenda anual de quatro alminhas na Igreja de S. João e os prédios rústicos jamais fossem vendidos mas transitados por herança, assim retomando ao Clero a “capela dos haveres!
Doze mil casos e quinhentas mil missas semelhantes surgiram por todo o reino portucalense até chegado o ano de 1750 do Séc XVIII em que o Marquês de Pombal pôs fim a tanta reza e a tanta posse eclesiástica.
A partir do ano de1495, com o reinado do Venturoso D. Manuel I, o quinto dinástico da Ordem de Aviz... 
...obcecado por edificações católicas, ordenou que se requalificassem as ermidas, se construíssem e reconstruíssem igrejas e mosteiros e de restaurasse da Ermida de Santa Catarina decorando-a com azulejaria padronizada, entrançados de cordames e evocações marítimas ao seu estilo e que erigisse um edifício fronteiro afim de que nele se tratassem as almas depenadas pela Peste Negra!
No ano de1569 do Séc XVI, ao visitar Abrantes, o sétimo dinástico da Ordem de Aviz que acabou perdido nos nevoeiros de Alcácer Quibir, El-Rei D. Sebastião...
...deu-se conta do progressivo estado de 379 anos de degradação da Igreja de São Vicente devido às primeiras devastações sofridas em 1179, desencadeadas pelos muçulmanos Almorávidas sob a liderança de Aben-Jacob...
... filho do Miramolim Rei de Marrocos, (destruindo o casario da encosta sul e a primeira construção da Igreja de São Vicente que em 1149 fora por D. Afonso Henriques mandada edificar sobre as ruínas de uma mesquita ali existente), rendendo-se ao fim de quatro dias de cerco ao Castelo, e mais tarde em 1190, pelo segundo cerco de seis dias aos Castelos de Tomar e Abrantes, desta feita perpetrado pelo próprio Rei de Marrocos, Califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur e seu leal Sayyid Abu Zakariya acabando debilitados pelas maleitas da época e batendo em retirada a 11 de Julho...
... enquanto o traidor a Castela e leal mercenário D. Pedro Fernandes de Castro que ficara incumbido de conquistar o bem fortificado Castelo de Abrantes, desistira do assalto final retirando-se do devastado casario da encosta sul com as fortunas dos despojos de guerra levando uma monumental surra do valente guerreiro de Trancoso, D. Martim Lopes que comandando os refugiados da região, esperou os Almorávidas na margem esquerda do Tejo, recuperando e devolvendo grande parte dos haveres à população lesada.
Perante o estado de adiantada degradação da Igreja de São Vicente e para que esta fosse demolida e reconstruída desde a raíz, sendo nesse ano de 1569 que El-Rei D. Sebastião destinou a transferência do culto cristão para a anteriormente restaurada Ermida de Santa Catarina, fronteira à recém edificada Casa de Saúde de São Lourenço em honra ao nome da benemérita e defunta família de proprietários dos terrenos, pois São Lourenço seria o patrono evocado na Peste Negra e em tempos d’antanho lhe coubera a santa missão de administrar as fortunas eclesiásticas da Igreja Católica.
A construção da nova Igreja de São Vicente prolongou-se por 36 anos com seu termo em1605.
A Casa de Saúde de São Lourenço fora destinada a depurar os corpos e as almas assolados pela peste e os seus desígnios entregues ao padre Sebastião de Elvas, época em que por força de expressão e procura, a região e a Ermida de Santa Catarina passaram a designar-se por São Lourenço,” resgatando este santo o protagonismo a Catarina de Siena, santa devota da Ordem de São Domingos que hoje por’li se mantém sossegada e vigilante!
Quem transpuser a soleira do arco adintelado do alpendre ladeado por duas janelas de igual estilo, pisará a laje do túmulo do bondoso vigário da freguesia que com bastantes sacrifícios acabou dilacerado pela amaldiçoada Peste Negra, vindo a falecer nos finais do ano de1570 e por vontade testamentada, sepultado à entrada da ermida em cova aberta por suas mãos, local de onde orava e pregava reconforto e resignação aos tomados pelo flagelo importado do Oriente
É de salientar que este frade nado em Penamacor repartia pelos necessitados tudo quanto lhe sobrava dos rendimentos, sacrificando-se no transporte da cal e da cantaria para que os operários edificassem a nova Igreja de São Vicente.  
À paisana, a 16 de Agosto de 1808 acantonaram em São Lourenço os militares de duas companhias de caçadores comandados pelo Capitão Manoel de Castro Correia de Lacerda que numa operação relâmpago perpetrada na madrugada seguinte, diversos batalhões independentes auxiliados pelos populares da região providos de fuzis e pequenas lanças, progrediram sorrateiramente sobre a vila de Abrantes, neutralizando cinco sentinelas do posto avançado do alto do Santo António, perto do outrora Convento dos Frades onde hoje se situa o Edifício Pirâmide, ocupando as ruelas adjacentes e tomando de assalto as muralhas do Castelo a coberto do fogo certeiro de três atiradores à civil especializados em tiro de precisão a longa distância, (sendo nessa altura criado o conceito de sniper), ora emboscados na torre sineira da Igreja de São Vicente... por sugestão do Reverendo Manoel Domingues Crespo, desta feita ganhando um melhor ângulo de tiro e aniquilando as barragens de fogo dos soldados franceses...
...dizimando e expulsando as tropas Napoleónicas que ao bater em retirada, largaram os sapatos para trás!
Há bem pouco tempo, a ermida de Santa Catarina era local de culto, missas e romarias mensais.
Viajando a excertos da história local, damo-nos conta que em detrimento de Santa Catarina de Siena...
... São Lourenço manteve protagonismo, não pelo bubónico hospício mas pelas infra-estruturas hoteleiras do espaço lúdico implementado!
Constatamos a evidência em como o homem inverteu os seus valores, preferindo o lazer, o bem-estar, o bom viver, o possuir, e o divertir em detrimento da reflexão, da introspecção, do retiro, da partilha e do culto espiritual.
Não será por acaso que ali encontramos os opulentos equipamentos hoteleiros em contraposição à modéstia da ermidinha...
...onde os fungos precipitam a desagregação da caliça... com a cumeeira e os caibros abatidos e de perfil irregular...
...apresentando dois tipos de telhas deslocadas, desencaixadas ou em falta...
Parede partida junto ao contador de água... 
Propagação de ervas daninhas nas empenas, nas floreiras e nas calçadas adjacentes...
Postes e cablagens eléctricas cruzados desordenadamente diante do alçado principal... campanário, entablamento e cornijas enegrecidos...
Excessivo mobiliário urbano desenquadrado... enfim, um dos cartões de visita de Abrantes com evidentes sinais de abandono e degradação!
Nem pelas festas anuais de São Lourenço houve alguém de pleno direito que providenciasse a eliminação das ervas daninhas e a aplicação de uns baldes de cal ou tinta nas fachadas de fácil acesso, prestando os merecidos valor e homenagem ao pequeno templo de Santa Catarina sitiado em local turisticamente concorrido... às portas da cidade... na Freguesia de São Vicente do Concelho de Abrantes, sob a égide do Arciprestado da Diocese de Portalegre e Castelo Branco!
Não é necessário sermos ratos de sacristia ou providos de elevados coeficientes de inteligência para entendermos que por Abrantes se investe em ofuscantes retrospectivas de caríssimas colecções particulares descurando a simples manutenção de modestos imóveis que representam as raízes culturais e a identidade deste povo! 
...Perdidos no deserto... e um porto aqui tão perto...

8 comentários:

@tento disse...

Cidadao. Por aqui fiquei a saber de datas e episódios históricos que desconhecia.
Aliar determinadas passagens da história de Abrantes à actualidade é certamente um excelente exercicio de cidadania.
Foi muito boa idéia para colocar em blogue!

O Cidadão abt disse...

Caro, Atento.

É de facto um dos objectivos que este blogueiro pretende alcançar!

Volte sempre a esta chafarica, pois não dará o seu tempo por perdido!

Aqui - Ali - Acolá disse...

Olá Cidadão abt viva:

São Lourenço - Santa Catarina.

Uma esclarecedora e bem proveitosa narração aqui apresentada que merece 5***** para quem defacto não está ao corrente do que foi aquele lugar.

Eu próprio desconhecia este historial, pois além de conhecer o local de à vários anos até antes das remodelações lá feitas agora mais esclarecido fico com este seu retrato a este lugar.

O que é facto real e que faz doer a alma a quem ali vai (como eu o faço) é ver a Capela no estado degradado em que se encontra.

Não dá para entender que se deixe chegar este património a este estado, além de se ver aquele lugar circundante todo rejuvenescido como foi, lá está o selo da vergonha no estado em que se pode ver.

Custa e até doe em dias de festa neste local estar a assistir as festas e lá, estar quase como uma presença estranha a Capela somo se pode ver.

A quem se pode atribuir as culpas desta vergonha?

Afinal esbanja-se milhões em coisas inúteis e sem propósito e deixa-se ao abandono esta Capela chegar ao ponto em que se encontra actualmente.

Não há pachorra nem palavras que possam definir tal coisa onde a degradação e a incúria do abandono de muitas coisas de valor e não só é aquilo que mais nos salta à vista.

Por aqui e por outros lugares desta aldeia cidadesca existe cada cena que é de bradar aos céus e, por mais que se bata na mona de quem comanda as rédeas desta charrete não se passa disto, e mais do mesmo já dá vómitos.

Parabéns pela reportagem e este bom post.

Haja saúde e força na tecla que por aí há muito disto mas de forma diferente.

O Cidadão abt disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
O Cidadão abt disse...

Olá, Aqui-Ali-Acolá!

Este foi um aturado trabalho de pesquisa que rendeu para mais de um mês queimando as pestanas na consulta de alfarrábios, tais como os escritos de: Frei António Brandão – “Crónica dos Godos”; “Relação e narrativas” capitão de cavalaria Manoel de Castro Correia de Lacerda; “Figuras & factos” – Joaquim Candeias da Silva; “Historia de Portugal” – José Mattoso; Capitão de infantaria Manuel António Morato e Eduardo Manuel Tavares Campos – “Memória Histórica de Abrantes”; “A História da Igreja em Portugal” e “A Historia de Portugal” – Fortunato de Almeida; “A Monarquia Lusitana” – Frei Bernardo de Brito; o velhinho “História de Portugal” dos professores Ernâni Rosas e Pedro de Carvalho e, finalmente as dicas, as referências, as historietas e as indicações simpaticamente fornecidas pelo senhor João Coimbra (pastor)!
Somou-se a digital a tiracolo e trabalho de campo

A composição foi resumidamente adaptada para uma escrita inteligível por todos, de modo a estabelecerem-se relações lógicas entre factos históricos e a Capela de Santa Catarina.

O lugar circundante foi rejuvenescido em consonância com o culto do obsoleto em prol do consumismo, enfatizando a satisfação do ego em detrimento das raízes culturais, do domínio espiritual, da introspecção e da reflexão...

De quão aturado texto, p’las dezanove horas e trinta e quatro minutos de treze de Novembro do anno da graça de dois mil e onze, o momento da postagem foi festejado com uma botellita de asti!

Um verdadeiro ciberdesafio dele restando a satisfação do dever cumprido na meta proposta a atingir!

Demande sempre a esta xafarica!

Fátima disse...

Tinha reparado que era um assunto ao qual o Cidadão lhe passava despercebido.
Boa abordagem!

MGHORTA disse...

Saber não ocupa, mas desocupa o que temos em nós, e é bom viajar no tempo e lugares como o historiador nos leva de um modo agarrado como que realmente se vivêssemos na era transacta...

Excelente trabalho Cidadão.

Aquele abraço.

O Cidadão abt disse...

Ena, ena, M.G.!

Por aqui!

O saber não ocupa lugar e quando temos a possibilidade de recorrer à Web para divulgarmos imagens das nossas terras aos cinco continentes conciliamos o útil ao agradável!

Talvez no link que se segue, o amigo M.G. possa saciar outras tantas saudades!

http://passoapasso-abt.blogspot.com/

Não se esqueça de ligar o som para pôr o seu espírito a viajar e entretanto este praça aproveita para lhe desejar as melhores festas possíveis!