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Este militante anti-cinzentista adverte que o blogue poderá conter textos ou imagens socialmente chocantes, pelo que a sua execução incomodará algumas mentalidades mais conservadoras ou sensíveis, não pretendendo pactuar com o padronizado, correndo o risco de se tornar de difícil assimilação e aceitação para alguns leitores! Se isso ocorrer, então estará a alcançar os objectivos pretendidos, agitando consciências acomodadas, automatizadas, padronizadas, politicamente correctas, adormecidas... ou espartilhadas por fórmulas e preconceitos. Embora parte dos seus artigos se possam "condimentar" com alguma "gíria", não confundirá "liberdade de expressão" com libertinagem de expressão, considerando que "a nossa liberdade termina onde começa a liberdade dos outros"(K.Marx). Apresentará o conteúdo dos seus posts de modo satírico, irónico, sarcástico, dinâmico, algo corrosivo, ou profundo e reflexivo, pausado, daí o insistente uso de reticências, para que no termo das suas incursões, os ciberleitores olhem o mundo de uma maneira um pouco diferente... e tendam a "deixá-lo um bocadinho melhor do que o encontraram" (B.Powell). Na coluna à esquerda, o ciberleitor encontrará uma lista de interessantes sítios a consultar, abrangendo distintas correntes político-partidárias ou sociais, que não significará a conotação ou a "rotulagem" do Cidadão abt com alguma dessas correntes... mas tão só a abertura e o consequente o enriquecimento resultantes da análise aos diferentes ideais e correntes de opinião, porquanto os mesmos abordam temas pertinentes, actuais, válidos e úteis, dando especial primazia aos "nossos" blogues autóctones... Uma acutilância aqui, uma ironia ali, uma dica do além... Assim se vai construindo este blogue... Ligue o som e... Boas leituras.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

ESCAPADÓCIAS

ESCAPADÓCIAS

  Depois de ter ido visitar as Capadócias turcas, Cá-Cá de Belém aproveitou a expectativa do aumento da sua misera pensão de velhice para satisfazer a vontade à Maria, levando-a até à China, para melhor lhe poder mostrar a imponente muralha que ela costuma ver nos livros.
Supõe-se que seja acérrima leitora da Revista Vip...
Desconhecerá este frenético utilizador das inovadoras Tecnologias da Informação e da Comunicação, que através das quais bem conseguiria obter igual desempenho em realizar os sonhos à Maria e sem necessidade de se ausentar da Residencial Sénior de Belém?
Decerto que as viagens da comitiva serão financiadas pelo erário público sustentado no plano de resgate da troika incidente sobre os portugueses que o estão a pagar com juros elevadíssimos, impostos usurários e cortes nos salários e nas pensões das reformas mais modestas, restando uns trocos na pensão do Barão de Boliqueime para que entre os dias 12 e 18 de Maio corrente, o casal possa dar uma escapadócia até ao império do meio...
Levou consigo uma comitiva de oitenta empresários, o Ministro da Educação a fazer não se sabe bem o quê, talvez instruir os homólogos chineses de que o controlo da natalidade não se faz arrancando dos braços das mães e assassinando as recém nascidas meninas, nem é com a lei da bala que se combate a liberdade de expressão...
...ou então, foi aprender Mandarim e, o Veraneante da Economia, se calhar foi vender as empresas portuguesas de transportes aos chinocas e o Paulinho das Feiras visitar as vitimas da Praça de Tiananmen, enfim, foi o lixo tóxico migrar até à Ásia...  
E tão bem que por lá ficaria...
Obrigado troika, por nos financiares os passeios dos nossos governantes, enquanto nós, portuguesitos por cá ficamos a pagar a divida, ao preço do pão que o diabo amassou...

Talvez a partir de agora venham de lá os Tatas, ainda mais chinocas se instalem em Portugal e isentos de impostos, esses comerciantes acabem de vez com os produtos e o comércio nacional!
Estamos vendidos e mal pagos...

quarta-feira, 7 de maio de 2014

O GUARDA-RIOS


O GUARDA-RIOS

 O acontecimento supracitado já levará mais de trinta dias, nem cá o Cidadão abt  podendo precisar a data e a hora do sucedido.
De tão incrível, não quis este munícipe adiantá-lo para a Web sem antes colher confirmações fidedignas, pois não passaria de um de boca em boca que acarretaria algum rico de falta de credibilidade.
Tudo aconteceu no posto de correios de Rossio ao Sul do Tejo, feudo de Abrantes. 
Vai dai, determinado munícipe dirigiu-se à balconista do posto concessionado dos correios, afim de levantar correspondência de terceiro, registada para entrega pessoal, mediante a apresentação do respectivo aviso, versus talão um vermelhinho siga.
A funcionária, como é de dever e obrigação profissional, solicitou a identificação do fulano que pretenderia haver correspondência registada, bem como a identificação do destinatário, ao que o mal-aventurado freguês se escusou em lhas apresentar, alegando que de momento ambas as identificações não estariam na sua posse...
Até aqui, tudo correria bem, se realmente o dito cujo freguês desse um passo atrás e meia volta volver, para à posteriori regressar com os documentos cruciais para levar a tal correspondência registada, mas, infelizmente assim não sucedeu.
O artolas desatou num escabeche medonho e sem fim, causando mal-estar entre os presentes e em nada dignificando ou mesmo respeitando as funções da balconista, querendo à viva força saltar por cima das normas internas e legislativas dos serviços postais...
O garboso ficou de tal maneia ressabiado que resolveu ir mais adiante, solicitando o Livro de Reclamações onde nele destilou fel, escrevendo coisas sobre a sua ignorância, a sua arrogância e demais carências de cidadania, rematando a versão com a identificação das suas lestas funções autárquicas no seio deste feudo Tubuco, de modos a tentar meter a recepcionista mijadinha de todo, mas que pelos presentes que assistiram às tristes prepotências do senhor, teria sido uma mulher à altura da circunstancia!!
Sendo as leis transversais a todos os cidadãos, nem que fosse o Presidente da República, a Merkl dos marcos, o Durão dos chernes, ou o Relvas miguelista, num tempo em que até cães e gatos passam a ter de andar chipados, já há muito mais tempo que todo o individuo deverá ser portador do seu título de identificação pessoal!

Artigo 2º da LEI 5/95 de 21 de Fevereiro

“1-Os cidadãos maiores de 16 anos devem ser portadores do documento de identificação pessoal sempre que se encontrem em lugares públicos, abertos ao público ou sujeitos à vigilância policial”

Ora, a putativa prepotência do descontentadamente descontente faz-nos regressar aos tempos de alguns agentes da Guarda Venatória que utilizavam métodos similares no tratamento com os fiscalizados, aos quais naturalmente exigiriam o respectivo documento de identificação pessoal... caso contrário largariam a pescaria e iriam de cana por meia dúzia de horitas e algumas patacas pelo meio ambiente...
É coisa de se lhe bater a pala!
Agora, para colocarmos a cereja no topo do bolo, suponhamos que tal atitude desprestigiantemente argumentativa partiria dum escolhido pelo povo, no intuito de lhe gerir os destinos públicos?
Um daqueles fulanos que prazenteiro, na campanha autárquica tivesse andado a cativar a população para que nele depositasse toda a confiança?
Pois... É isso...
Deve-se ter esgotado o respectivo estado de graça e a humanização do senhor presidente da União das Juntas de Freguesia de São Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo, passando a esgrimir as altivas funções do caciquismo local!
É assim que acontece, quando os galões sobem à cabeça dos paranóicos!
Ora bem! Mas que bem!
Cá o Cidadão abt sempre foi apologista que os candidatos a dirigentes de cargos públicos em autarquias, ministérios, governos e etc, deveriam primeiro submeter-se a exames e a apresentarem atestado médico especial, emitido pela Autoridade de Saúde, aferindo condições psicológicas para o exercício das funções a que se candidatam bem como prestar provas gerais incidindo sobre conhecimentos nas áreas das Relações Públicas, Ciências Politicas, Urbanidade, Direito Civil, Codigo Penal, e outras provas especificamente atreitas ao pelouro em que se propõem instalar.
-O que levais no regaço?
-São rosas, Senhor...

sábado, 5 de abril de 2014

O ENGODO

O ENGODO


   O engodo é a simulação de alimento ou outra coisinha linda que os predadores utilizam para atrair as espécies cinegéticas, portanto, uma artimanha a que os seres vivos recorrem para seduzirem a suas presas...
Porque de xikespertos, está este mundo cheio, a par da descoberta do fogo, fase da pré-história onde o homo sapiens se foi metamorfoseando em homo habilis, e pese este ter vencido quatrocentos mil anos, ainda nos dias de hoje há determinadas franjas deste spécimen que ainda não alcançaram o seguinte patamar do homo erectus...
Tornou-se frequente nós, crentes cidadãos de boa-fé, por exemplo nos templos de consumo, sermos interpolados por belos exemplares de estirpe humana, atendermos malta simpática à porta de casa, recebermos correio endereçado ou encontramos muita porcaria electrónica nos nossos mail’s, inclusive, convites, sugestões e outras grandes confusões para nos impingirem mil e uma coisas e lousas vazias, fúteis, inúteis e até dinheiro virtual para irmos daqui até à Lua, nos enfiam pelos olhos dentro, vejam bem!
Uma das artimanhas destes caçadores de incautos ou compulsivos consumidores, passa por lhes fomentar, lhes desenvolver, e finalmente lhes explorar o sentimento da hipocondríase aguda, assim chupando as presas até ao tutano!
Em Abrantes, tal como noutras urbes deste jardim à beira-mar plantado, uns quantos caçadores de créditos alheios têm-se empenhado em telefonar aos cidadãos, e com ar de senhores doutores ao serviço da causa pública, querem-se fazer passar pelo Serviço Nacional de Saúde, nesta época em que a austeridade nos limita nos médicos de família que atendam às maleitas deste povo sugado e esmiuçado até ao tutano, deste desgraçado povo atormentado p'la pandilha de governantes que prestam a maior das vassalagens às oligarquias internacionais...
No meio de tanta gente, há sempre alguém que não resiste, há sempre alguém que não sabe dizer não e se mete ao caminho, indo ao engodo das demagogias feitas à maneira...
Os charlatães esperam-nos a determinada hora no salão de num hotel, de uma pensão ou num estabelecimento comercial de projecção local, sob o mote de fazerem rastreios ao tudo e ao nada...
Inclusive ao AVC!!!
Ora, como deverão calcular, “AVC” significa Acidente Vascular Cerebral, um daqueles tranglomangos que todos receamos e tão bem potenciamos devido à nossa dieta mediterrânica fomentada à base de carnes gordas e enchidos...
Aqui percebemos o ridículo do engodo, a falta de ética e de escrúpulos dos seus autores, na medida em que para determinar as potencialidades desta maleita será necessário recorrermos a uma panóplia de tecnologias entre electroencefalógrafos, dispositivos de tomografia axial computorizada e outros meios de diagnóstico enormemente dispendiosos que caso deles necessitemos, até o bom do Estado Português nos arrepanha os fundilhos às algibeiras quanto mais vindo de uns quaisquer cromos caídos de pára-quedas!
Chegadas as presas esperançadas que aí descobrirão a luz para as suas chagas, tanto das padecentes como daquel’outras que lhas inventam, logo os vampiros do charlatanismo moderno descobrem o sangue espesso nas manadas que se propõem sugar...
Como bons psicólogos do comércio enganoso ou investigadores criminais, para que os potenciais visados não troquem entre si informações, opiniões e conclusões que vão cogitando, para que o ego se cinja à hipnose dos oradores, para que o cogitum se limite à vontade dos predadores, enfim, para que não funcione a interacção grupal da psicologia de massas que poderia gorar os objectivos da intentona, os indivíduos são subdivididos em microgrupos de quatro a seis vitimas isoladas em pequenas salas...
Mas primeiro, esperam, esperam impacientes horas a fio, sentadas, de pé, assim lhes esgotando a perseverança do momento que se seguirá...
E, esperam horas para acederem a um convite de estranhos!!
Aí são convencidas a comprarem produtos de elevadíssimo custo, bem acima dos três mil euros e para tal, comprometerem-se em assinar uma papelada sem timbre ou qualquer outra identificação oficial, contrariando todo o regime jurídico de intercâmbio e comercialização de serviços, produtos e bens móveis ou imóveis!
Estes vendedores da banha da cobra tentam impingir aparelhómetros de ginástica e musculação, à pala de prevenirem o Acidente Vascular Cerebral, o tal mote este que lhes serviu de engodo, ora vejam bem!!
Com retorica e meia dúzia de patacoadas, estes cromos pretendem vender-nos rato por lebre!
Sim, cá o escriba redigiu bem!
Rato por Lebre!
Isto faz relembrar cá ao Cidadãoabt um episódio caricato que em África viveu no estabelecimento comercial dum fotógrafo xikesperto.
O nativo manifestava-se aborrecido pelo facto do fotógrafo tardar em lhe entregar as almejadas fotos tipo passe de que ele tanto necessitava para organizar a documentação.
Face à exigência do cliente, o artista deitou mão a outra carteirinha de fotografias de outro individuo idêntico ao que, o exclamado freguês lhe repicou...

-Fotórgáfia com us gráváta?! Xiii, patrão!!!  Quando tirei us fotógráfia, não tinha us gráváta, não!!

-A gravata é oferta da casa. É para o recompensar do atraso na entrega das suas fotografias. 
Respondeu-lhe o xikesperto.

-Ah! Muito ósbrigárdo! Xéééé... Partrão és maningue purêro, pá!!

Mas, meus caros,  este episódio aconteceu há quatro dezenas de anos...
Questionará agora o ciberleitor sobre a razão do tanto empenho em esmiuçar este tema?
Pois bem, como se isto não bastasse, que tal os tais vendedores da banha da cobra servirem-se das instalações dum bem público para nesse espaço concretizarem os seus intentos?
Por exemplo, cederem-lhes o espaço de uma biblioteca, as salas e os gabinetes de reunião de determinada Câmara Municipal ou os compartimentos do imóvel de uma Junta de Freguesia ou uma Casa do Povo??!!!
Pois bem, meus caros, foi exactamente isso que aconteceu no dia 4 de Abril deste
 Anno Da Graça De Dois Mil E Quatorze, Da Era Do Cristo Redentor,  
ali pelas bandas de São Miguel do Rio Torto, uma povoação empinada no Monte Caneiro do concelho de Abrantes e distrito de Santarém!!!!!
Desde quando, a direcção de uma Casa do Povo se presta em ceder o espaço, também ele do povo e a si confiado, para que charlatães sob a capa de rastreios à saúde, possam aí comercializar produtos, explorando a boa-fé e recorrendo aos mais sinistros argumentos para atrair clientela?
É vil, indecente e inoportuno que colaborem com estes fulanos no sentido de desinquietarem os munícipes, fazendo-lhes quebrar a rotina e a se  deslocarem dezenas de quilómetros, apenas ouvirem palestras de enganos e desenganos!
Será que com a crise que atravessamos, até as Casas do Povo se deixam comprar por este género de gente desprovida de escrúpulos e sem identidade nacional, que nos tenta impingir produtos importados da vizinha Espanha?
E já agora que ninguém nos ouve, porque não, também as Juntas de Freguesia cederem as instalações que lhes são confiadas pelo povo, aos magrebinos ambulantes e aos chineses dos cantões, para os mesmos propósitos?!
Meus senhores! 
Sinceramente!
Haja mais dignidade e respeito para com este povo que em vós confiou!!!

Algo Vai Mal P’lo Reino Da Dinamarca!

sábado, 15 de março de 2014

A NOTÍCIA

A NOTÍCIA


   Não se tratando de cobranças oriundas da Autoridade Tributária e demais organismos estatais, por vezes retiramos prazeres infinitos da leitura.
A nossa imaginação viaja para além das narrativas imateriais, o nosso cérebro busca incessantes explicações para o inexplicável.
As crenças, os conceitos e as memórias sensoriais regurgitam-nos fantasias e emoções dando-nos voltas e reviravoltas na teoria dos conhecimentos, franqueando metafísicos mundos de surrealismo, cujas mensagens aparentemente lineares nos convidam à associação de ideias e a outro, e mais outro conceito, qual desmanchar de coloridas matrioskas num metamorfosear dos elementos da natureza...
Por vezes, nessas leituras buscamos o sádico prazer em sabermos das desgraças alheias e demais vicissitudes que o mundo e os humanos tecem. Satisfazemos a libido num conjunto organizado de pigmentações policromáticas impressas nas páginas de papel couchê impregnado em carbonato de cálcio e forjado em nome do grande irmão, damo-nos conta dos últimos desenvolvimentos do voyeurismo social!
Por exemplo, cá o Cidadão foi dar com o kota da casa lendo em voz alta as páginas de necrologia e um tio desflorando as entranhas dos anúncios de convívio desse diário que nos oferece meiguice, fogosidade, fantasia e atrevimento quanto baste...
Se ao dispor da comunidade lhes der ar intelectual, encontramos uns quantos que vão lendo as notícias viradas do avesso e outros tantos sacerdotes repousando a mão direita sobre elas, assim reivindicando usucapiões, quais saciados cães em guarda aos roídos ossos!
Vem isto a propósito do folheto informativo que mensalmente é gratuitamente distribuído pelas bancas, pelos balcões dos templos de consumo, enfim, até quase que porta a porta, pelas caixas de correio de alguns tubucos, maçanicos, vilarregenses, punhetenses e neo-barquinhenses mais eruditos, na medida em que o conteúdo desse folheto consistirá na suposta antítese de tudo quanto até agora aqui foi descrito... talvez tentando relembrar-nos a velhinha noção de que a excepção confirma a regra.
Na edição de Março pareceu cá ao Cidadão estar a ler os passos necessários à execução de um número de ilusionismo...

Finalmente, seria agora que viria a nova ponte para o Tramagal...
O Primeiro-ministro sugeria à linha de montagem dos automóveis dos três diamantes para que construísse uma data de pontes sobre o Tejo, que viessem encurtar a distância entre o Tramagal e a Auto-Estrada 23...
Ponte concessionada e privada, teria de ser portajada...
Mas não!
Aquilo seria um mero apelo ao imaginário dos presentes, na medida em que para nós portuguesitos, estes passos há muito se fizeram em desafios... 
Pá! O que nos safa é que aquelas pontes estão entre aspas!!!
O rio galgou as margens! 
Esta, e a outra!
Pudera!
Com tanta água correndo debaixo das pontes, os rios teriam mesmo que encher!...
Constrói-se em zonas de leito e quando os rios se esticam, é sempre a mesma coisa!
O homem quer sobrepor-se à Natureza e para gáudio dos jornalistas, de quando em vez os elementos regressam ao seu habitat...
Vêm os jornalistas dar notícias que devido à tenra idade, só para si são novidade, formulando ilações algo estranhas como:

“neste inverno faz frio,”
-É natural, estamos no tempo dele.
 
“como é que os senhores se vão desenrascar, isolados neste  reduto de casario cercado pelas águas do Tejo?”
-Do mesmo modo que sempre o fizémos quando o rio galga as margens.

“há quanto tempo não caía neve aqui?”
-Desde o ano passado...

“este vento e esta chuva intensa são normais para a época em que estamos?”
-Sim, é normal. Se isto acontecesse no Verão é que seria algo estranho.

Situações caricatas em que os entrevistados só não se escangalham a rir porque recearão ser alvo de processo judicial por atentado à deontologia do jornalista, sabe-se lá!

Ora, ressalvando a foto do mês e a edição de Fevereiro de 2014, dedicada ao “camião ultramarino”, no demais o Dica de Abrantes é pródigo neste género de notícias vazias de conteúdo ou novidade...
Quem diz ao povo sobre o caos que se faz sentir no Hospital Manuel Constâncio?

Quem informa o povo sobre a expectativa de supressão da linha de autocarros que assegura a deslocação dos utentes da saúde pública no perímetro da tríade hospitalar Tomar-Abrantes-Torres Novas, também conhecida por Centro Hospitalar do Médio Tejo, denotando que a implementação dos autocarros hospitalares não passou de uma estratégia para silenciar o descontentamento popular?

E aquela cena marada de passar a ser o Cidadão a correr atrás da justiça em vez de ser a justiça a vir ter com o Cidadão?

... -Que grande martelada!!!
 
Quem explica ao povo que a implementação dos transportes municipais a pedido servirá para calar a contestação sobre a hipotética supressão dos transportes públicos urbanos?

Quem conta ao povo sobre o que é feito da tal Comissão Autárquica para a Cidadania?
Ter-se-à extinguido com o vencer das eleições ou bule algures nas entranhas de uma qualquer loja maçónica instalada em estabelecimento devoluto do Centro Histórico de Abrantes?

Quem noticía ao povo sobre a rápida degradação da Rua António Aleixo, nóvel artéria asfaltada há seis meses, que acede do Bairro São José Operário, em Rossio ao Sul do Tejo, até à extrema do Fojo?
"Não dês esmola a santinhos,
Se queres ser bom cidadão;
Dá antes aos pobrezinhos
Uma fatia de pão..."
     
Quem conta ao povo sobre as razões da paralisação do restauro dos frescos da Igreja de Santa Maria do Castelo?
Quem revela ao povo sobre as razões da inacabável obra no espaço do parque de campismo do Rossio ao Sul do Tejo, onde está prometido um centro de interpretação do Tejo?
Quem confessa ao povo sobre as razões que induziram a súbita mudança do projecto do centro escolar do Barro Vermelho, para o Convento Nossa Senhora da Esperança?
Quem dá novas ao povo sobre as sucessivas paragens e substituição da  querida BUSA por mini autocarros da empresa Vale do Ave?
Terá esta gente, os olhos maiores do que a barriga?
Diria pois que da última vez que cá o Cidadão abt se deu conta de desfolhar a “Dica de Abrantes” seu processo de informação levou-o ao folheto promocional de um determinado templo de consumo que comercializa produtos tendencialmente germânicos...

Compreende-se.
Registe-se o neologismo “superir”  introduzido por alguns jornalistas cá do burgo abrantino...  
Perdeu cá o Cidadão abt o seu precioso tempo em busca desta palavra em todos os dicionários modernos, acordados e até nos de antigamente... acabando também ele por se quedar superido de todo!
Tentando uma explicação plausível através da análise semântica, indo até às flexões nominais e pronominais, passando pelos predicados dos sujeitos, consultando os adjectivos dos substantivos, daí não alcançando superlativas conclusões e no inconseguimento de uma desconjunção perifrástica, este quão singelo palavrão será a fusão entre um “superar” e um “suprimir”, culminando no híbrido em questão...
Sim. 
Também aqui se faz por os compreendermos...
Há que dar primazia da notícia aos órgãos de comunicação social porque cá o Cidadão abt agora vai ouver  televisão...

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

PUTARIA É:

PUTARIA É:

PUTARIA  é comparar a reforma de um deputado com a de uma viúva.
PUTARIA  é os cidadãos terem que descontar 35 anos para receberem a reforma e aos deputados bastarem somente 3 ou 6 anos conforme o caso e que aos membros do governo para cobrar a pensão máxima só precisam de fazer o juramento de posse.
PUTARIA  é que os deputados sejam os únicos trabalhadores (???) deste país que estão isentos de 1/3 do seu salário em sede de IRS.

PUTARIA  é encaixar centenas de assessores (leia-se arrastadeiras) na administração pública, auferindo salários que ultrapassam os de técnicos mais qualificados do país.
PUTARIA  é a enorme quantidade de dinheiro destinado a apoiar os
partidos, aprovada pelos mesmos políticos que vivem deles.

PUTARIA  é que a um político não se exija a mínima prova de capacidade para exercer o cargo a que se candidata.
PUTARIA  é o custo que representa para os contribuintes, a alimentação, os carros oficiais, os motoristas, as viagens (sempre em executivo), os cartões de crédito e os subsídios de deslocação dos políticos.
PUTARIA, é suas excelências gozarem 5 meses de férias por ano distribuídos por 48 dias no Natal, 17 dias na semana santa mesmo os agnósticos, e 82 dias de férias no verão.
PUTARIA  é quando cessam os cargos, suas excelências passarem a auferir de 80% sobre o valor do salário durante 18 meses consecutivos, além dum chorudo subsidio de reintegração.

PUTARIA  é quando ministros, secretários de estado e outros altos cargos da política, depois de cessarem a sua actividade, serem os únicos cidadãos deste país que podem legalmente acumular 2 salários do erário público.
PUTARIA  é que se utilizem os órgãos da comunicação social para
transmitir ao povo que os funcionários públicos só representam encargos acrescidos para o contribuinte.
PUTARIA  é os políticos terem residência no estrangeiro e cobrarem ajudas de custo pela deslocalização, porque declaram estar a viver noutra cidade.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

TRETAPRAXIS

TRETAPRAXIS

   Ciberleitor. Um tetraedro afigura-se-nos com quatro faces iguais e seis arestas congruentes a um ponto comum, assumindo o formato piramidal, expoente do misticismo, daí que o título deste post não fosse digitado por engano, representando-nos tudo o que lhe é desconforme e incongruente, ou seja, mais uma vez dissecando o tema das praxes da treta tão só porque houve quem dissesse que o assunto se estaria a cingir às comissões de praxes, havendo no entanto muita gente graúda a querer meter o rabinho de fora deste escândalo que afronta as melhores consciências!
Está na ribalta a tragédia do Meco que passado o estertor inicial, voltou à tona dos fazedores de opinião.
Sobre este tema, muito se tem falado, muito se tem escrito e dele muita água tem corrido debaixo das pontes.
Pensando duas vezes, depois disto, cá o Cidadão ficou com a sensação que à tripa forra, na última década tem vindo a ser praxado todos os santos dias por estes senhores que nos vêm governado, implacáveis no agravamento de impostos mas lascivos em inibir fenómenos de contornos criminais...
Aliás, segundo consta, até já se praxa no secundário, se praxa na primária, se praxa no infantário e ao nascer, desconfia esta praça que terá sido pendurado pelos pés e de cabeça para baixo, praxado com duas nalgadas!!
Antes de olhar para o umbigo, este observador vai aqui estender uma modesta e breve análise sobre o mote das praxes académicas.
A primeira pertinência prende-se com o silêncio artificial dos ministros desta republicana nação representada pelo supremo Cá-Cá de Belém ante a tragédia que tocando a consciência dos portugueses por ter custado a vida de seis jovens na flor da idade, nos seus circunstanciais discursos os referidos governantes não descuram a temática da juventude e dentro das razões cuja razão desconhece há quem incessantemente busque a raiz do cada vez mais marcante fenómeno.
Em meados do ano transacto, ficou célebre a frase do primeiro-ministro em funções, por decerto questionando a tenacidade dos portugueses perante a cada vez mais severa austeridade que se faz anunciar e exortando-os para que não fossem piegas.
Tendo em conta o brilhante passado deste, percebe-se agora que aquela mensagem foi proferida por uma pessoa cuja preparação para a vida assentou na cadeira académica da praxe porque, a praxe induca!
Com o fluir do tempo e juntando os indícios, percebemos que este senhor, o seu sujeito passivo Paulinho das Feiras receberam formação em estabelecimentos privados de ensino superior... ou de algum modo lhes têm afinidade, nomeadamente o primeiro calaceiro formou-se aos 37 anos na Universidade Lusíada, o seu comparsa passivo que nasceu de pés para a frente e com o cordão umbilical enrolado no pescoço, ainda em adolescente já jogava  à bola como “defesa direito, tendo frequentado o Colégio Particular São João de Brito, estudado na Universidade Católica, acabando por se ir estragar na Universidade Moderna, que já deu o que tinha a dar.
Se melhor atentarmos à prática abusiva das praxes, damo-nos conta que é exactamente nos estabelecimentos académicos de âmbito particular que estas apresentam maior afinco como os atrás referidos, à exclusão da Universidade Católica, um dos últimos redutos de prática de boas condutas e respeito pelos valores humanos...
Percebemos também que nesta nação de resistentes existe um escrutínio natural de frequentadores consoante o grau de valorização académica e o poder económico das famílias pois não é difícil de percebermos que a fasquia da média da nota de ingresso nos estabelecimentos públicos de ensino superior se destaca bem acima do exigido nos estabelecimentos de ensino privado, ou seja, aquando do resultado das candidaturas, os que ficam excluídos das pautas de ingresso nos públicos de ensino superior, ou vão inscrever-se no instituto de emprego e formação profissional ou caso tenham papás endinheirados, recorrem aos estabelecimentos privados de ensino superior onde o seu ritmo de estudo se baseia no culto do veteranismo, saltitando de borga em borga, apanhando monumentais bebedeiras carpidas na arruada da noite, e que incomodam quantos pretendem levantar cedo para irem ao trabalho...
Se bem observarmos, apercebemo-nos que os casos de praxes académicas com desfechos trágicos sucedem tendencialmente em estabelecimentos particulares.
Alguns jovens, sentindo-se violentados na sua dignidade e integridade física vão apresentando queixa junto das autoridades públicas, passando palavra aos órgãos de comunicação social e em casos mais graves, jovens que devido a brincadeiras inocentes, comparadas ao jogo do berlinde ou do pau, são pura e simplesmente enviados para cadeiras de rodas ou para os anjinhos como se a prática de rituais iniciáticos de contornos satânicos fosse pura e liminarmente comparável ao exercício de condução automóvel onde funcionam os domínios do cognitivo, do afectivo e do psicomotor, isto se atentarmos às declarações proferidas pelo Presidente do Conselho de Administração de uma universidade privada, concretamente a Lusófona, contrariando o reitor desta, talvez porque a sua responsabilidade seja outra e o seu mote não assente na ganância do capital, que respondendo à Assembleia da República em 2008 afirmou as praxes nada contribuírem para a integração de novos alunos, uma vez que são sempre ofensivas à condição humana dos estudantes...
Ora, ministro de República que se preze, deveria ter demitido imediatamente de funções este senhor presidente de Conselho de Administração da Lusófona, e no mínimo, o Ministério Público indiciá-lo de cumplicidade pela tragédia do Meco, mas entre um e outro trâmite legal, valores mais altos se levantam como por exemplo muitos dos juristas atreitos aos organismos públicos de justiça,  terem frequentado as faculdades privadas onde solidificaram laços de afinidades com outros colegas "praxantes" que foram educados pela gamela comum, sendo que este assunto tem sido mexido e até conduzido a toque da mediatização promovida pelos órgãos de comunicação social, pelos blogues de opinião e pelas redes sociais, caso contrário, e à semelhança dos antecedentes que estão em cadeiras de rodas, seria interpretado como um acidente de percurso cujas estatísticas são infimamente inferiores por exemplo comparadas às da sinistralidade rodoviária mais uma vez se confirmando que para os organismos públicos, os cidadãos não passam de meros números.
Pelo meio temos a promoção feita pelo corpos directivos, o fornecimento de meios logísticos pelas autarquias, os patrocínios das empresas com especial realce para as fornecedoras de bebidas alcoólicas, chegando-se à ironia e ao ridículo dos jovens com as caras borradas e penicos enfiados na tola, serem benzidos pelo prior do local, como se tivéssemos regredido à mentalidade primária.
Que estes mandem o Cá-Cá de Belém ir trabalhar e logo veremos se o resultado será o mesmo!
O certo é que tendo a última ocorrência de praxe custado a vida a seis jovens, esta situação não será pródiga na medida em que no ano de 2004 e em idênticas circunstancias se registou a morte do jovem Diogo Macedo no pólo de Famalicão da Universidade Lusíada ou os casos de dois estudantes que ficaram paraplégicos em 2006, respectivamente em Elvas e Coimbra.
Os exemplos sucedem-se, sendo a face visível de que não se tratam de casos pontuais, mas de uma cultura de violência inerente à prática abusiva da praxe com contornos sinistros, denunciando que algo vai mal no reino de Portugal...
Este acontecimento havendo lugar noutro país considerado desenvolvido, qual efeito borboleta, resultaria em repercussões a nível internacional enquanto por cá se tem verificado uma certa tendência em desvalorizar e branquear uma tragédia cujas responsabilidades transcendem a insanidade mental dos Duxes, também fomentados pelos reality shows ao género do Big Brother  e Casa dos Segredos onde perante o voyeurismo dos telespectadores, os concorrentes se digladiam em provas degradantes e similares às humilhações perpetradas pelas comissões de praxe de certos organismos de ensino superior, assim banalizando os conceitos de dignidade e privacidade, vindo depois essas mesmíssimas estações radiotelevisivas reportar a sua indignação face aos actos praticados pelas vitimas dos seus produtos!
Se olharmos à hierarquia das praxes, apercebemo-nos que efectivamente o ensino superior se complementará em algumas cadeiras de ensino inferior, aquelas que pela humilhação consentida ou não, visam integrar os novatos na sociedade académica, “preparando-os para a vida” através do abuso de poder, dos maus tratos, da boçalidade abjecta, da simulação forçada de actos sexuais e de humilhações perpetradas por cachopos, quais senhores das moscas organizados em hierarquias com pés de barro, no ensejo de conseguirem estatuto social à custa do bullying académico.
Encontramos pois uma cadeia hierárquica das praxes académicas desde o perseguido caloiro até ao altivo Dux Duxorum, passando por pelotões de veteranos, quais desengalgados vampiros em busca de presas fáceis!
De conto em conto saliente-se o caso que se passou numa das universidades em que o franzino caloiro foi-se sujeitando a um progressivo grau de exigência praxativa, sempre avisando os seus perseguidores para que se moderassem pois os rituais bem lhes poderiam correr mal, até chegado o dia em que o caloiro pregou um amasso em quatro dos praxantes, pois este franzino entendia qualquer coisinha de artes marciais... 
O certo é que desse dia em diante, o caloiro ficou dispensado de qualquer género de praxe tendo a respectiva comissão deliberado que o franzino se encontrava integrado no ambiente académico. 
Um exemplo em como no domínio do afectivo, as mentes destes jovens na casa dos vinte anos não acompanharam o avançar do tempo nem a maturidade dos corpos, identificando-se mais com a puberdade e o "jogo do berlinde"!...
Quando uma das justificações para as degradantes práticas rituais se baseia na “preparação dos jovens para a vida” e quem tutela esta Nação convida os seus concidadãos a emigrarem, tudo nos leva a crer que a praxe académica será aquela cadeira que preparará tenaz e psicologicamente os futuros licenciados para assumirem os nossos governos e os cenários de guerra, nomeadamente na área da medicina, da geografia, das relações internacionais, do direito, da informática, da biologia e do jornalismo, profissões bem remuneradas se tivermos em conta a deslocalização e os subsídios de risco daí inerentes...
Um exemplo disso são os pactos de silêncio e de memória selectiva, essenciais caso o individuo se deixe aprisionar pelo inimigo. 
O prisioneiro de guerra não se chiba.
Já referido no post MEGAPRAXIS, sendo a maior parte destes jovens criados na abundância material, da sustentação e da opulência carecem no entanto de valores morais!
Exemplo disso é a constatação de que os intervenientes da tragédia do Meco, para além das elevadas verbas imprescindíveis ao académico sustento, terão investido a suplementar de quatrocentos euros no aluguer de uma vivenda curiosamente situada na “Rua do Sol” partilhando um fim-de-semana secreto, face ao alheamento dos seus progenitores que de útil, apenas terão as contas bancárias e acrescentando o pormenor de que nesta tragédia, entre os casais, apenas um pai deu a cara à comunicação social, os demais delegando essas competências às mães das vítimas...
Sujeitando-se a humilhações desde o rastejar com pedras amarradas aos artelhos, a saltar para piscinas com temperatura ambiente na ordem dos oito graus centígrados, a simular actos sexuais com objectos ou borrar a cara com bosta, após concluídas as faculdades e na eventualidade de não conseguirem emprego ao seu peso e medida, estes jovens optarão por ir pescando os subsídios entre as formações disto e daquilo ou assentando as nalgas no sofá da casinha dos papás em detrimento de se sujeitarem às funções de limpeza, reposição de produtos ou operação de caixa dos templos de consumo, sob a sina de que sendo eles doutores, engenheiros e juristas, não estarão para se subjugar a tais humilhações, esquecendo porém que uns anos antes passavam sucessivamente por vexames bem piores ao almejarem às máximas hierarquias da praxe académica onde julgando conquistar um lugar de estatuto, mais não fizeram do que se especializarem na cobardia da anuência cega e a subjugação perante a empresa, perante o chefe, perante o patrão, perante o regime politico, seguidamente transitando para as praticas ditatoriais próprias de regimes desumanizados e totalitários, onde não há espaço para diálogos e assertividades.
Em troca da integração no grupo académico, o caloiro que aceita a praxe ainda não é um escravo mas aí treina para no futuro o ser, ainda não é um totalitarista primário mas aí treina para no futuro o ser e caríssimos ciberleitores, o pior dos escravos é aquele que jamais se quererá libertar e o pior dos ditadores, aquele que se sente realizado na vilipendiação dos outros.
Regressando ao dia a dia e à imposição da austeridade, estas marionetas que nos governam mais nos fazem lembrar veteranos académicos praxando as suas bestas pastranas seguindo piamente as directrizes dos Honoris-Dux da Troika que por sua vez servem os Dux Duxorum das oligarquias internacionais, no ensejo de treparem na hierarquia da politica e da economia internacionais tal como podemos verificar pelo modus operandi do Cherne ou do Mister Valium e até pela exoneração do superintendente Paulo Valente Gomes, Director Nacional da Policia de Segurança Pública que colocou o seu lugar à disposição em troca da sua nomeação para um alto cargo como oficial de ligação do Ministério da Administração Interna na Embaixada Portuguesa de Paris, tacho este que terá sido criado propositadamente para o infeliz, acedendo ao modesto salário de 12 mil euros mensais, consistindo no triplo do salário que o ex-director nacional da PSP recebia antes da manifestação do seus subordinados nas escadarias da Assembleia da República.